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Sobre agora e antes

Eu tenho certeza que existe um novo post, um novo texto, algo pra escrever. Está em algum lugar entre minha mente consciente, inconsciente e minhas anotações em letra cursiva no velho bloquinho. Nada disso tem realmente importância perante esse calor que já se prenuncia escaldante - e não fiz a carteirinha do CEU até agora...! Achei! De antes, bem antes, mas às vezes de agora há pouco: A felicidade é fácil. Porque então não consigo mais sorrir? Talvez porque felicidade não seja sorriso, externo, mas alegria, interna. Meu coração está pisado, machucado. E meu desejo é só pelo pranto, quiçá convulsivo. Os olhos inchados denunciam isso... A cabeça pesada clama por descanso, desembaraço, desenlace. Me canso. Mas a felicidade é fácil. Um dia aqui vai de vez ficar. Bem down, mas up to now - quero um joguinho da Grow!

Anos novos

Ano de Copa, e no Brasil! Férias. 40 anos. Não necessariamente nesta ordem. Sem palavras. Calor. Aqui estou, de volta - sem nunca ter deixado de estar. 2014 já começou!!!

Domingo

pedaços esparsos de nada compacto é só o que me ocorre neste momento não me vem nenhuma ideia que valha a pena, a caneta, o teclado então me calo.

Instantes Distantes

Eu não deveria. Mas não consigo. Por que você não fecha sua boca?! Pra mastigar, antes de falar sem pensar... Pensei que só eu falava ‘passador’ – de cabelo. Ou ‘fecho éclair’ ou ‘dentifrício’ ou ‘ralo’, nesse caso para ralador e aí sim, estou errada. Recorri então ao novo ‘pai dos burros’, o Google. Sim, porque ‘Aurélio’ agora ninguém mais sabe de que(m) se trata. Obsoleto. Como eu? A internet atualizou-me: com a especificação ‘de cabelo’, tive meu termo antiquado confirmado, ufa! E coloquei novamente o domador de franja no lugar, satisfeita! Barulhinho do motor do ônibus de viagem roncando aqui perto. Saudade de viagem. De ‘por o pé na estrada’, ou pelo menos no ônibus, que fosse. Que seja. Um dia ensolarado, uma praia calma, uma cachoeira bonita, um recanto qualquer de mim e de você. Férias. Trabalho no nada e no tudo. Amor.

Lieber Dumm

Eu avisei. Não quis me ouvir. Então agora leia. E durma com um barulho desses. Desculpa aí... não pude evitar!

Agosto

Eu vim aqui para aqui estar. Era isso. Mas me desviei no caminho e acabei dando atenção ao que não devia. Fiquei pensando e procurando sentidos para o que nem existe – assim espero. Então o telefone tocou e não pude crer. Não estava pensando propriamente nisso, mas o que eu procurava tinha mesmo a ver com tudo, no final das contas. É só mais um dia que o sorriso me é difícil, a vontade me é pouca.

Jogo de palavras

Março, abril e maio. Em branco. Tento pensar por que. Junto ou separado. Com ou sem acento. Porque sim. O porquê some. Abstrai-se, sem no entanto nos trair. A nós mesmos e nós outros. Preenche o vazio. Esvazia os espaços. “Por que é coisa de criança”. Criemo-nos. Porque somos.