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Aula inaugural II - ou coisa que o valha

Só pra dizer oi: 2016! Um ano em silêncio: susto! Não foi um ano sabático: traumático. Despeço-me, já, sem promessas... Apenas regresso.

Até mais

Não, não vou contar histórias de Teobaldo. Não agora. Vou é dizer adeus pra este ano que já está agonizando. Vou enterrar o último da minha quarta década! Vou esperar, correr na frente e encontrar quarenta e uns e muitos mais! Tchau e até 2015! ;)

A história de Teobaldo

Mais um mês e nascia. Nascia também sua história. Quem era ele? De onde vinha? Como chegara até ali? Aquele branqueamento nas têmporas: longevidade, hereditariedade ou estresse - a doença do mundo moderno...! Não se sabe, ninguém sabe, ninguém o sabe. Só se sabe que é Teobaldo e trabalha como operador de fotocopiadora, por incrível que pareça. E boy naquela empresa grande. Mas ele não é nada parecido com os adolescentes espinhentos do 'Whatsapp' que corresponderiam à descrição. Ele tem cabelos brancos nas têmporas! E lê  Nietzsche . Quem é Teobaldo? Aguardem os próximos capítulos...

Sobre agora e antes

Eu tenho certeza que existe um novo post, um novo texto, algo pra escrever. Está em algum lugar entre minha mente consciente, inconsciente e minhas anotações em letra cursiva no velho bloquinho. Nada disso tem realmente importância perante esse calor que já se prenuncia escaldante - e não fiz a carteirinha do CEU até agora...! Achei! De antes, bem antes, mas às vezes de agora há pouco: A felicidade é fácil. Porque então não consigo mais sorrir? Talvez porque felicidade não seja sorriso, externo, mas alegria, interna. Meu coração está pisado, machucado. E meu desejo é só pelo pranto, quiçá convulsivo. Os olhos inchados denunciam isso... A cabeça pesada clama por descanso, desembaraço, desenlace. Me canso. Mas a felicidade é fácil. Um dia aqui vai de vez ficar. Bem down, mas up to now - quero um joguinho da Grow!

Anos novos

Ano de Copa, e no Brasil! Férias. 40 anos. Não necessariamente nesta ordem. Sem palavras. Calor. Aqui estou, de volta - sem nunca ter deixado de estar. 2014 já começou!!!

Domingo

pedaços esparsos de nada compacto é só o que me ocorre neste momento não me vem nenhuma ideia que valha a pena, a caneta, o teclado então me calo.

Instantes Distantes

Eu não deveria. Mas não consigo. Por que você não fecha sua boca?! Pra mastigar, antes de falar sem pensar... Pensei que só eu falava ‘passador’ – de cabelo. Ou ‘fecho éclair’ ou ‘dentifrício’ ou ‘ralo’, nesse caso para ralador e aí sim, estou errada. Recorri então ao novo ‘pai dos burros’, o Google. Sim, porque ‘Aurélio’ agora ninguém mais sabe de que(m) se trata. Obsoleto. Como eu? A internet atualizou-me: com a especificação ‘de cabelo’, tive meu termo antiquado confirmado, ufa! E coloquei novamente o domador de franja no lugar, satisfeita! Barulhinho do motor do ônibus de viagem roncando aqui perto. Saudade de viagem. De ‘por o pé na estrada’, ou pelo menos no ônibus, que fosse. Que seja. Um dia ensolarado, uma praia calma, uma cachoeira bonita, um recanto qualquer de mim e de você. Férias. Trabalho no nada e no tudo. Amor.