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Necessidade

Amanheci com os 'sonhos' que têm me assaltado nos últimos dias. Cedíssimo, ainda que eu não tenha nenhum compromisso - minha rotina, há algum tempo. Poderia ter, mas julguei melhor caminho retirar-me dessa realidade alternativa. Assim tenho (sobre)vivido. Dei-me conta que andei distante. Especialmente de mim mesma. E um texto numa rede social me acertou em cheio, na boca do estômago, esta manhã! Fugindo de mim, da minha realidade, dos problemas, passei os últimos meses, anos... Uma corrida 'sem pódio de chegada ou beijo de namorada', alguém já cantou. Que me levou a lugar algum além de pra dentro dos meus demônios, bem disfarçados por um sorriso quase constante. Não me reconheço mais. Ou serei essa agora eu mesma, afinal?! Em busca de algum alívio pra agonia das noites perturbadas, corri pro virtual, na tentativa de alimentar minhas neuroses, de responder meus anseios. Fui barrada pela tecnologia e pelo soco na boca do estomago. E resolvi vir pra cá. Refletir sobre ment...

Entorpecente

E aí eu fico escrevendo estas coisas que só eu entendo - e que às vezes nem eu entendo. Pseudoqualquercoisa.

Arroubo

Preciso retomar. Necessito. Elas me vêm aos borbotões, aos borbulhões, atropelam-me o sono, gritam por se libertar. E é sempre da mesma forma: ao alvorecer. Já não consigo mais evitar e aqui estou, a tentar. A dar-lhes chance de arrebentarem os grilhões do silêncio. Não há roteiro inicial, apenas deixo fluir. Venham, sejam, estejam: palavras.

Aula inaugural II - ou coisa que o valha

Só pra dizer oi: 2016! Um ano em silêncio: susto! Não foi um ano sabático: traumático. Despeço-me, já, sem promessas... Apenas regresso.

Até mais

Não, não vou contar histórias de Teobaldo. Não agora. Vou é dizer adeus pra este ano que já está agonizando. Vou enterrar o último da minha quarta década! Vou esperar, correr na frente e encontrar quarenta e uns e muitos mais! Tchau e até 2015! ;)

A história de Teobaldo

Mais um mês e nascia. Nascia também sua história. Quem era ele? De onde vinha? Como chegara até ali? Aquele branqueamento nas têmporas: longevidade, hereditariedade ou estresse - a doença do mundo moderno...! Não se sabe, ninguém sabe, ninguém o sabe. Só se sabe que é Teobaldo e trabalha como operador de fotocopiadora, por incrível que pareça. E boy naquela empresa grande. Mas ele não é nada parecido com os adolescentes espinhentos do 'Whatsapp' que corresponderiam à descrição. Ele tem cabelos brancos nas têmporas! E lê  Nietzsche . Quem é Teobaldo? Aguardem os próximos capítulos...

Sobre agora e antes

Eu tenho certeza que existe um novo post, um novo texto, algo pra escrever. Está em algum lugar entre minha mente consciente, inconsciente e minhas anotações em letra cursiva no velho bloquinho. Nada disso tem realmente importância perante esse calor que já se prenuncia escaldante - e não fiz a carteirinha do CEU até agora...! Achei! De antes, bem antes, mas às vezes de agora há pouco: A felicidade é fácil. Porque então não consigo mais sorrir? Talvez porque felicidade não seja sorriso, externo, mas alegria, interna. Meu coração está pisado, machucado. E meu desejo é só pelo pranto, quiçá convulsivo. Os olhos inchados denunciam isso... A cabeça pesada clama por descanso, desembaraço, desenlace. Me canso. Mas a felicidade é fácil. Um dia aqui vai de vez ficar. Bem down, mas up to now - quero um joguinho da Grow!