Casa nova
Ah, então vou escrever, pra variar... "Hoje eu quero a rosa mais bonita...", "Ninguém me ama, ninguém me quer..." e mais outras estrofes povoam meu imaginário agora. Fruto de uma sessão emocionante ontem à noite. Academismos e intelectualismos à parte, foi muito bom! E útil, produtivo, é claro. Queria ir hoje, mas a setor de logística está com problemas estruturais sérios!
Sinais de franca recuperação na semana: disposição e ânimo renovados, após uma sessão sacudidela extra! Volto a mim mesma e aos meus projetos. Abro os olhos e olho em volta: ok, agora a porta está fechada e só ouço o movimento da rua: carros indo e vindo, um estacionou. Além, claro, do toque dos meus dedos no teclado...
Sigo. Tento manter a mente ocupada e disciplinada. Pratico a vigilância, uso um pseudo-mantra criado por mim mesma: oooommm! Ironias à parte, estou mesmo praticando e até sorrindo! A alegria lentamente vai se instalando, eu deixo. Prometo. Chega desta autocomiseração irritante! Vamos falar de coisa boa, uai! (mineirice, sô!)
Ontem o céu estava muito lindo, um fiapinho de lua com aquela estrela do lado... Lembro da música do Caetano: "...menina do anel, de lua e estrela...", mesmo não tendo sentido algum! E daí, pouco importa, eu me lembro. E também daquelas superstições, simpatias ou seilaoquê que associam isto a aquilo, sem nexo algum! Faço. Que é que tem? Assim como este texto, deve sirvar pra alguma coisa!
Picareta lá na rua (não é alguém, é a ferramenta mesmo!)... ou será que é aqui dentro? Não de mim, agora é a fase da cicratização: já teve martelete, picareta, broca, escavadeira, tudo o mais. A obra agora está em fase de acabamento: pintura, janela, móveis... O barulho vem do outro lado da rua, fui ver. Os daqui de dentro estão baixinho. Aguardando a mudança. E que venha o novo morador, logo!
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