No país da bola, mas... quem se importa?
Três horas já se passaram. A paixão nos (?) consumiu e exauriu. Os reflexos estão pelas ruas, nos sorrisos ruidosos e manifestações exacerbadas! Por que o exagero ou, senão, por que não? Os pais, tios ou irmãos tentam incutir no pequeno infante a paixão, vencendo o frio... A praça está povoada de casais: ocasionais, casuais, rotineiros... Ou simplesmente casais. Uma nuvem de insetólatras voa - ou pelo menos tenta - feliz. Lá se vão, alguns como autênticos vagalumes, com suas luzinhas tremulentes. Mais casais; senhorinha com Joly... Reflexos agora: ufa, que susto! E os artistas de plantão, disfarçados de transeuntes inocentes e/ou pedintes. E agora? VOCÊ!!! E o sorriso vem se aproximando, quando quase se apagou! "E fez-se a luz", afinal!!! Piso a grama como os pés descalços. Pode? Ah... Quem se importa? Sorrio!
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