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Destempero da véspera

Quedei-me inerte, ante tal desinteresse seu. Isso, mesmo após enlevo que durou 4 dias. Que é que há??? Minhas palavras te inquietam? Minhas atitudes te agoniam? Minha presença te é agora irritante?! Logo hoje, às vesperas de concluirmos nosso tempo experimental? Vais-me acenar com explicações quiçá palpáveis, mas inaceitáveis para tão novo amor! E eis então que minha verve desceu e urgiu-me escrever...! E descrever o cenário de desencontro ao qual me transportaste! (Faço-o ainda no coletivo que me devolve à realidade... qual realidade?) Imperativa, dramática, dirás tu... Que seja! Trata de te redimir agora mesmo, levando-me de volta ao refrigério de nossas almas, ao sítio do nosso afeto...! Ainda que imperfeita, eu amo...

o que?

eu me obrigo, eu tento, eu venho e volto. não estou dando conta de voltar. a lugar nenhum, não se equivoquem (?). a aqui. tenho dito! e vou-me, de novo... que me ajude a reta final!

Nusga!

Há quanto tempo não falo isso! Ou então escrevo aqui! Rebeldias à parte, "ando meio desligada", desplugada desta vidinha hipermidiática e média. Mediana, medíocre? Vontade verdadeira de escrever, mas certa desilusão me ataca... Volto depois...

mais do mesmo

era pra eu escrever. ou melhor, é. mas não estou com vontade ou inspiração. dia mundial do rock. lembranças? na veradade não, eu só queria mesmo a receita do bolo de banana! aff...

Há 2 semanas, divaguei...

A uma semana de completar possíveis 10 anos, eis-me aqui. Lembrei-me disso. Por que o ser humano tem memória? - eu me pergunto em algumas ocasiões... Como nesta, por exemplo. Adoro aquela música que diz “como é difícil viver carregando um cemitério na cabeça!”! Resume bem o caso... Uma opção que me fascinou foi a possibilidade de uma operação no cérebro que eliminaria algumas partes da memória que considerássemos irrelevantes! Pra não dizer, com toda propriedade, deletáveis!!! Eu adoraria que isso fosse mesmo possível: no arquivo “Lembranças”, eu deixaria apenas as realmente úteis e significativas. Para o bem e para o mal. Sejamos realistas. ...   Hoje li e pensei: isso já foi! Então, que fique assim mesmo...! Adeus!!!

Inconstanza Costa

Hoje quero escrever. Mas não sei o que. Aquela inspiração não veio. A verve inspiradora não desceu. Ainda, pelo menos. Dias incomuns, me sinto uma autêntica transtornada bipolarizada... Fazer o que? As sabotagens parecem recrudescer agora...! Eu tento não pensar muito, pra não lembrar do que não quero. Mas eu penso muito, o tempo todo, em várias coisas. Nãs AS COISAS, necessariamente. Muitas coisas, apenas. Dentre elas, às vezes, AS. Convenço-me da minha fraqueza e sigo adiante. Por mais que os apelos me venham, eu ignoro-os. Todos. Quase sucumbi, confesso aqui. Sejam solidários, eu peço. Quem nunca teve uma recaída numa crise de abstinência? Vício é assim. Mas a cura já veio. Ufa! Amo, afinal!!!

No país da bola, mas... quem se importa?

Três horas já se passaram. A paixão nos (?) consumiu e exauriu. Os reflexos estão pelas ruas, nos sorrisos ruidosos e manifestações exacerbadas! Por que o exagero ou, senão, por que não? Os pais, tios ou irmãos tentam incutir no pequeno infante a paixão, vencendo o frio... A praça está povoada de casais: ocasionais, casuais, rotineiros... Ou simplesmente casais. Uma nuvem de insetólatras voa - ou pelo menos tenta - feliz. Lá se vão, alguns como autênticos vagalumes, com suas luzinhas tremulentes. Mais casais; senhorinha com Joly... Reflexos agora: ufa, que susto! E os artistas de plantão, disfarçados de transeuntes inocentes e/ou pedintes. E agora? VOCÊ!!! E o sorriso vem se aproximando, quando quase se apagou! "E fez-se a luz", afinal!!! Piso a grama como os pés descalços. Pode? Ah... Quem se importa? Sorrio!