do dia seguinte à capitulação...

Hoje aprendi que, além dos quinze minutos de fama, existem também os quinze minutos de poder, que todo mundo uma hora quer exercer. Eu não sei quando eu quero, na verdade acho que exerço vários minutos em diversos momentos, admito...


Mas este quinze minutos de agora não são de poder ou da fama: são os quinze minutos que me restam antes de ir. Tem também uma expressão, de “se eu estiver nos meus quinze minutos” ou “me deu quinze minutos” (ou seriam cinco?). Quinze ou cinco, o fato é o que resta.

Agora são só dez, mas me fizeram refletir sobre os tantos minutos (perdidos ou ganhos?) de ontem! Com que finalidade, afinal? Por acaso sou eu agora escrava dos meus desejos, também? De que adianta eu ficar patrulhando o alheio, se na prática estou fazendo o mesmo! Argh pra mim!

Não quero escrever mais, quero pensar e refletir sobre isso... Pra ver se não faço mais!!! Agora vou mesmo é mergulhar de cabeça no amor, ou no que se pretende dele...

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