Esta não é mais uma carta de amor
Em tempos de e-mail, mensagens eletrônicas e redes sociais virtuais, quem envia cartas físicas?
Resolvi, por isso, me escrever uma carta. Não, ela não será física, também será virtual. Não vou postar nos correios, vou registrar em mim mesma. Uma carta daquelas que diz as coisas que não temos coragem de verbalizar. Coisas que não temos coragem de assumir. Uma carta de amor a mim mesma.
Há tempos venho mascarando meus sentimentos, omitindo o que eu realmente quero. E o que é, afinal? Não sei é a resposta mais adequada. ??? Isso mesmo. Depois de tudo, de tantas certezas absolutas, verdades supremas, deslizes, recaídas, idas e vindas, sorrisos de alegria e satisfação plena, a única coisa que sei é que nada sei. Não sei se te quero mais. Não sei se não te quero mais.
Sei que quero paz de espírito, serenidade no meu coração. Não quero mais a dor, a humilhação, a vergonha, a auto-comiseração, como se realmente tudo isso fosse necessário! Quem foi que inventou que para sermos felizes temos também nossa parcela de sofrimento a quitar? Eu estou passando a minha cota a quem interessar possa!
Nesta minha declaração de amor, que se destina somente a mim, recuso-me a verter mais uma lágrima que seja, mesmo que devida. Já basta de atitudes que só me arrefecem o espírito e dilaceram a alma! Agora já basta de amar aos outros: declaro que só amarei a mim... E se algum outro se aventurar e me desafiar, que seja mesmo verdadeira sua vontade!
Maktub!
Resolvi, por isso, me escrever uma carta. Não, ela não será física, também será virtual. Não vou postar nos correios, vou registrar em mim mesma. Uma carta daquelas que diz as coisas que não temos coragem de verbalizar. Coisas que não temos coragem de assumir. Uma carta de amor a mim mesma.
Há tempos venho mascarando meus sentimentos, omitindo o que eu realmente quero. E o que é, afinal? Não sei é a resposta mais adequada. ??? Isso mesmo. Depois de tudo, de tantas certezas absolutas, verdades supremas, deslizes, recaídas, idas e vindas, sorrisos de alegria e satisfação plena, a única coisa que sei é que nada sei. Não sei se te quero mais. Não sei se não te quero mais.
Sei que quero paz de espírito, serenidade no meu coração. Não quero mais a dor, a humilhação, a vergonha, a auto-comiseração, como se realmente tudo isso fosse necessário! Quem foi que inventou que para sermos felizes temos também nossa parcela de sofrimento a quitar? Eu estou passando a minha cota a quem interessar possa!
Nesta minha declaração de amor, que se destina somente a mim, recuso-me a verter mais uma lágrima que seja, mesmo que devida. Já basta de atitudes que só me arrefecem o espírito e dilaceram a alma! Agora já basta de amar aos outros: declaro que só amarei a mim... E se algum outro se aventurar e me desafiar, que seja mesmo verdadeira sua vontade!
Maktub!
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