Taciturna, diurna e noturna

E então fez-se o texto. Ou pelo menos tentou, pois estava prontinho na minha cabeça ontem, ou melhor, hoje de madrugada. Lembro que havia um título, sugestivo. E em seguida a ele o texto fluiu, completamente. Fui pensando e escrevendo mentalmente as palavras. Mas não tinha como escrever na hora, problemas técnicos. Assim como os que há algum tempo tem acometido-me. Por isso a ausência.

E que foi que houve? Cadê que me lembro do título, do texto fluido? Lembro-me vagamente da ideia, do porquê da inspiração na madrugada insone na cama. Mesmo depois de um momento beeeemmm relaxante! Mas dormi, acordei, sonhei, fui acordada, de novo e de novo. E as palavras esvairam-se, do mesmo modo que vieram...

Agora estou assim: há procura de algo... Na verdade de alguns algos, que possam preencher este vazio, esta sensação de impotência, quiçá incompetência (outro dia um ator mirim citou esta palavra numa entrevista, lembrei-me dela e resolvi usar! - abistração)! Acredito mesmo que poderia estar fazendo algo de efetivo, de objetivo... Mas sou ótima com as desculpas e justificativas! Aliás, as de então são realmente boas!!!

Que seja! Ao menos voltei, assim espero. Por isto e aquilo. De preferência, tudo junto.

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