"Think! All right!"
Eu fico pensando e pensando, o tempo todo.
Às vezes, passo parte da noite a revirar-me na cama...
Pensando.
Em coisas que não queria sentir e sentindo coisas nas quais não queria pensar.
Agora, no bar, cruzei um olhar.
Será que também me olhou?
Ou fui eu que imaginei e pensei tudo isso?
Os sons que vêm de longe, não os distinguo: não presto atenção a eles, estou pensando.
Pensamento de agora:
Antes, noutros tempos, vendia-se balas, chicletes.
Agora o vendedor oferece chips: sinal dos tempos, tempos "modernos"!
Volto a pensar, agora no que escrever... e pode isso?
Então observo...
O rapaz tatuado, de óculos, que adentra o bar, tem o mesmo estereótipo.
Então volto a pensar...
E a observar...
Pessoas vêm e vão, entram e saem.
Em que elas estão pensando agora?
Se é que se dão conta que, mesmo sem querer, estão pensando.
Aos pensamentos não se controla, muitas vezes é justamente o inverso: eles é que nos controlam!
"Cigarro só em dinheiro"; "Hoje tem isqueiro?": fragmentos de comunicação muda e falada.
Eu observo...
Já não penso (como se eu pudesse!), apenas invento.
O som é de um show, mas não dá pra identificar.
Tento ouvir a conversa entre o atendente e o tatuado (!): também não consigo entender.
Fico sem saber e penso: de onde vêm tanto pensamento???
Tampo a caneta: os pensamentos se foram.
Às vezes, passo parte da noite a revirar-me na cama...
Pensando.
Em coisas que não queria sentir e sentindo coisas nas quais não queria pensar.
Agora, no bar, cruzei um olhar.
Será que também me olhou?
Ou fui eu que imaginei e pensei tudo isso?
Os sons que vêm de longe, não os distinguo: não presto atenção a eles, estou pensando.
Pensamento de agora:
Antes, noutros tempos, vendia-se balas, chicletes.
Agora o vendedor oferece chips: sinal dos tempos, tempos "modernos"!
Volto a pensar, agora no que escrever... e pode isso?
Então observo...
O rapaz tatuado, de óculos, que adentra o bar, tem o mesmo estereótipo.
Então volto a pensar...
E a observar...
Pessoas vêm e vão, entram e saem.
Em que elas estão pensando agora?
Se é que se dão conta que, mesmo sem querer, estão pensando.
Aos pensamentos não se controla, muitas vezes é justamente o inverso: eles é que nos controlam!
"Cigarro só em dinheiro"; "Hoje tem isqueiro?": fragmentos de comunicação muda e falada.
Eu observo...
Já não penso (como se eu pudesse!), apenas invento.
O som é de um show, mas não dá pra identificar.
Tento ouvir a conversa entre o atendente e o tatuado (!): também não consigo entender.
Fico sem saber e penso: de onde vêm tanto pensamento???
Tampo a caneta: os pensamentos se foram.
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