Amarelo Ouro
Por mais que agora eu a combata em mim, ela vem
Vem assim, de mansinho, quase insignificante
Imiscuindo-se no meu humor, alterando meu (des)ânimo!
Balanço a cabeça, como quem afasta a indesejável mosca
Mas seu zumbido volta e meia atazana-me os ouvidos
Com sua música insistente e intermitente...
E seu veneno latente!
Vá, suma-se daqui, lembrança triste, presença indesejada!
Paft! – acerto-lhe em cheio com a régua e pronto!
Mato o inseto imaginário e a sensação real!
Adeus a este sentimento algo comum nestes dias de sorrisos falsos...
Eu sorrio de dentro pra fora e brilham-me os olhos!
O sol agora em mim...
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