Gentileza urbana
Ocorreu-me dentro do ônibus - naturalmente.
Já foi até um dos tópicos do jornal: os rumores, humores e sons do ônibus.
Desde que se instituiu a educação e a gentileza nos coletivos, aí mesmo é que ela evadiu-se!
Nunca ouvi tanta 'música' que eu não queria ou vi tantas pessoas sendo acintosamente desrespeitadas!
Pra não lembrar de outras grosserias urbanas...
Mas nem tudo está perdido: há exceções e bons exemplos.
Cavalheirismos até!
Já me explico: fazendo uma caminhada até o trabalho, eu presenciei.
A mulher independente, bem-resolvida, que levava o filho a algum lugar, foi surpreendida pelo pneu furado do seu carro importado.
Sexta-feira, sol a pino, horário de almoço, ela bravamente se joga à tarefa mecânica.
Observo o cenário: todas as portas do carro abertas - provavelmente para refrescar o rebento, que permanece dentro do automóvel e aproveita para dar uma buzinada...!
O incidente aconteceu numa rua pouco movimentada de um bairro nobre, na região de vários prédios residenciais.
Penso: puxa, nenhum dos porteiros do entorno se prontificou a ajudar a mulher?! - ela sua em bicas em seu modelito fashion...
Dou-me conta que talvez também eu seja machista. Mas prefiro pensar que, no fundo, só espero por uma gentileza urbana - não necessariamente masculina.
E ela vem (ufa!): um grupo vem subindo a rua, que, não mencionei, é levemente inclinada: dois homens ou três homens, uma mulher.
Deduzo, a julgar por seus trajes: vêm do restaurante, estão em intervalo de almoço.
Então sorrio: eles veem a cena e atravessam a rua, na direção da encalorada mulher!
Tenho pressa e não assisto ao desfecho, apenas capto o sorriso aliviado e agradecido da mulher.
Sigo meu caminho e sinto-me melhor: achei meu sorriso pra hoje!
Já foi até um dos tópicos do jornal: os rumores, humores e sons do ônibus.
Desde que se instituiu a educação e a gentileza nos coletivos, aí mesmo é que ela evadiu-se!
Nunca ouvi tanta 'música' que eu não queria ou vi tantas pessoas sendo acintosamente desrespeitadas!
Pra não lembrar de outras grosserias urbanas...
Mas nem tudo está perdido: há exceções e bons exemplos.
Cavalheirismos até!
Já me explico: fazendo uma caminhada até o trabalho, eu presenciei.
A mulher independente, bem-resolvida, que levava o filho a algum lugar, foi surpreendida pelo pneu furado do seu carro importado.
Sexta-feira, sol a pino, horário de almoço, ela bravamente se joga à tarefa mecânica.
Observo o cenário: todas as portas do carro abertas - provavelmente para refrescar o rebento, que permanece dentro do automóvel e aproveita para dar uma buzinada...!
O incidente aconteceu numa rua pouco movimentada de um bairro nobre, na região de vários prédios residenciais.
Penso: puxa, nenhum dos porteiros do entorno se prontificou a ajudar a mulher?! - ela sua em bicas em seu modelito fashion...
Dou-me conta que talvez também eu seja machista. Mas prefiro pensar que, no fundo, só espero por uma gentileza urbana - não necessariamente masculina.
E ela vem (ufa!): um grupo vem subindo a rua, que, não mencionei, é levemente inclinada: dois homens ou três homens, uma mulher.
Deduzo, a julgar por seus trajes: vêm do restaurante, estão em intervalo de almoço.
Então sorrio: eles veem a cena e atravessam a rua, na direção da encalorada mulher!
Tenho pressa e não assisto ao desfecho, apenas capto o sorriso aliviado e agradecido da mulher.
Sigo meu caminho e sinto-me melhor: achei meu sorriso pra hoje!
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