Quem?

Quem lê e não vê jamais poderá saber.
Dos olhos inchados, da cabeça pesada.
Dos dedos trôpegos ou frenéticos.
Do silêncio forçado e amargurado.
Da tentativa de sorriso constante.
Do rosto que esconde e revela: sinais...
De tantas tentativas e quantas derrotas!
Do sorriso fácil e do pranto reprimido.
Da pretensa maturidade e da eterna infantilidade.
Da descrença e do otimismo.
De se ser quem realmente é.
De quem?

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