Sobre minha nova cara, sem rosto
E então eu decidi mudar.
Depois de um certo comentário numa entrevista de trabalho(!), passei a reconsiderar-me, enquanto imagem.
Não só em relação a isso, mas principalmente, no que se refere a aqui.
Afinal, que imagem é esta que estou passando de mim ou do que escrevo - ou tento?
(pausa para dar registrar que Cássia Eller, cantando Djavan, é agora a trilha sonora...)
E percebi-me menos que gostaria, mais que deveria.
Em que aspecto?
"Lúdico".
Foi a palavra para me categorizar (para não dizer rotular).
Não que eu me importe em ser mesmo esta "menina palhaça".
Mas não sou só isso.
E decidi deixar de sê-lo, ao menos um pouco.
Por isso a nova cara, em que minhas memórias deixam de ser públicas.
Pelo menos aquelas que me são mais caras.
Trocadilhos à parte, sou eu mesma que dou as caras.
E as escondo quando o que importa são as palavras.
E a imagem?
Fica no imaginário de cada um!
Depois de um certo comentário numa entrevista de trabalho(!), passei a reconsiderar-me, enquanto imagem.
Não só em relação a isso, mas principalmente, no que se refere a aqui.
Afinal, que imagem é esta que estou passando de mim ou do que escrevo - ou tento?
(pausa para dar registrar que Cássia Eller, cantando Djavan, é agora a trilha sonora...)
E percebi-me menos que gostaria, mais que deveria.
Em que aspecto?
"Lúdico".
Foi a palavra para me categorizar (para não dizer rotular).
Não que eu me importe em ser mesmo esta "menina palhaça".
Mas não sou só isso.
E decidi deixar de sê-lo, ao menos um pouco.
Por isso a nova cara, em que minhas memórias deixam de ser públicas.
Pelo menos aquelas que me são mais caras.
Trocadilhos à parte, sou eu mesma que dou as caras.
E as escondo quando o que importa são as palavras.
E a imagem?
Fica no imaginário de cada um!
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