"Tu te tornas eternamente responsável por aquele que cativas"
Saber contar histórias é uma profissão, ainda que não regulamentada (será?).
Não falo de escrever histórias, falo mesmo de contá-las.
Alguns têm esse dom e, com certeza, Maurício Kubrusly é desses.
Há muitos anos, no auditório da Cemig (BH/MG), assisti, pela primeira vez, a um "Projeto Sempre um Papo".
Não me lembro o ano, impossível precisar agora; o fato é que foi exatamente com este ótimo 'contador de histórias'...
A palavra fácil, o sorriso franco, o interesse genuíno, a atenção por um e pelo outro, simplesmente.
É homem simples, espirituoso: não se acha importante ou imprescindível, vive neste nosso mundo sem um telefone celular!
Mais que um jornalista e/ou escritor, Kubrusly sabe como poucos entreter uma plateia: que o digam os quase dois mil presentes a mais uma edição do projeto, na última quinta-feira!
Senti-me pequena, enquanto jornalista.
Grande, entretanto e entre tantos, por fazer parte daqueles que têm prazer em ouvir, aprender, compartilhar.
Dentre as palavras que nos envolveram naquela noite, eis aqui algumas - utilizo-me delas nesta singela homenagem:
"Aprendendo em conjunto é muito melhor" - sobre estudar Jornalismo
"Como jornalista, você tem estreias, em coisas e funções que nunca fez"
"A aceitação do outro do jeito que o outro é, uma lição" - da viagem à Índia
["A casa dos 'bodes' ditosos" (instante de trocadilho nosso sobre os bodes que o perseguiam)]
"Ter a curiosidade de descobrir outras maneiras de viver, outras maneiras de pensar"
"O reggae entrou no Brasil pelo Maranhão" (informação e cultura)
"Vamos pra um lugar onde a gente nunca foi, vamos procurar o que a gente nunca viu" - sobre o "Me Leva"
"Como você escapa da ditadura? Existe uma saída, que pode ser até pela comida" - sobre tempos de ditadura
"Vamos inventar uma coisas, fazer e depois transformar em livro"
E salve, mestre.
Não falo de escrever histórias, falo mesmo de contá-las.
Alguns têm esse dom e, com certeza, Maurício Kubrusly é desses.
Há muitos anos, no auditório da Cemig (BH/MG), assisti, pela primeira vez, a um "Projeto Sempre um Papo".
Não me lembro o ano, impossível precisar agora; o fato é que foi exatamente com este ótimo 'contador de histórias'...
A palavra fácil, o sorriso franco, o interesse genuíno, a atenção por um e pelo outro, simplesmente.
É homem simples, espirituoso: não se acha importante ou imprescindível, vive neste nosso mundo sem um telefone celular!
Mais que um jornalista e/ou escritor, Kubrusly sabe como poucos entreter uma plateia: que o digam os quase dois mil presentes a mais uma edição do projeto, na última quinta-feira!
Senti-me pequena, enquanto jornalista.
Grande, entretanto e entre tantos, por fazer parte daqueles que têm prazer em ouvir, aprender, compartilhar.
Dentre as palavras que nos envolveram naquela noite, eis aqui algumas - utilizo-me delas nesta singela homenagem:
"Aprendendo em conjunto é muito melhor" - sobre estudar Jornalismo
"Como jornalista, você tem estreias, em coisas e funções que nunca fez"
"A aceitação do outro do jeito que o outro é, uma lição" - da viagem à Índia
["A casa dos 'bodes' ditosos" (instante de trocadilho nosso sobre os bodes que o perseguiam)]
"Ter a curiosidade de descobrir outras maneiras de viver, outras maneiras de pensar"
"O reggae entrou no Brasil pelo Maranhão" (informação e cultura)
"Vamos pra um lugar onde a gente nunca foi, vamos procurar o que a gente nunca viu" - sobre o "Me Leva"
"Como você escapa da ditadura? Existe uma saída, que pode ser até pela comida" - sobre tempos de ditadura
"Vamos inventar uma coisas, fazer e depois transformar em livro"
E salve, mestre.
Bonita homenagem, principalmente pelo cuidado de anotar todas essas falas. Parabéns.
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